Vida & Saúde

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Saiba como transportar, alimentar e proteger o seu bichinho de estimação durante a viagem

Vai viajar e a sua dúvida é: devo ou não devo levar o meu pet? Pessoas possuem animais de estimação costumam sofrer por antecipação durante o momento que, supostamente, deveria ser prazeroso: o planejamento de viagens.


 

Durante esse planejamento, é necessário avaliar cuidadosamente o perfil de cada pet, seja ele um cão, gato, pássaro ou, até mesmo, tartaruga, já que cada animal reagirá de uma forma diferente nesse processo. Cães, em geral, costumam ser mais apegados aos seus donos, gatos, por outro lado, já são mais independentes; e as aves, tartarugas ou hamsters possuem mais facilidade para a adaptação.

Se o dono escolher deixar o seu bichinho de estimação em casa, o ideal é que ele não fique completamente sozinho, pois, caso o animal passe mal, ele não contará com socorro. O ideal é combinar com alguém de confiança para que visite-o diariamente e cuide de demandas como a alimentação e a troca de água, que sempre deve estar fresca e disponível para matar a sede do animal a qualquer momento.

Se a escolha for deixar o pet abrigado em um hotel ou na casa de alguém, a dica é deixar também a sua ‘caminha’ e alguma peça de roupa com o cheiro do dono. Além disso, avisar o cuidador sobre os detalhes da rotina do pet, bem como solicitar que esses costumes não sofram alterações. Caso o cão for ficar em um hotel, antipulgas e carrapaticidas deverão ser aplicados antes da sua ida ao local.

Embarcando com os pets

Aos que optam por viajar de ônibus com o animal de estimação, a orientação é acomodá-lo numa caixa de transporte compatível ao tamanho estipulado pela empresa de turismo.

Faça um teste prévio, colocando o animal para se adaptar a ela antes da viagem, assim, na data, ele não estranhará sua brigada temporária durante o trajeto. Essa adaptação deverá ser realizada aos poucos, inicialmente com a inclusão da vasilha de comida dentro da caixa para que o animal entre nela, alimente-se e saia. Em seguida, a alimentação deverá ser inserida e a porta da caixa deverá ser fechada após a entrada do pet; ela só deverá ser aberta após o animal parar de latir. O procedimento deverá ser realizado diversas vezes ao dia e, além da comida, brinquedos ou roupas das pessoas queridas pelo animal também deverão ser inclusos dentro da caixa.

Além disso, o veterinário do pet deverá fazer um atestado de saúde que alegue que o animal está apto a realizar viagens. As vacinas deverão estar em dia, principalmente a da raiva e, caso o local do destino seja propício à leishmaniose, doença popularmente conhecida como calazar, os produtos adequados contra a enfermidade deverão ser aplicados no pet.

A visita pré-viagem ao veterinário somente deverá ser realizada para o exame de rotina, que acarreta no atestado de saúde; caso contrário, ela não é necessária. Os calmantes não são indicados, pois não costumam durar por três horas. Os mais seguros são de ação rápida, duram em média 30 minutos e podem causar delírios, por isso, não são recomendados.

Ultrapassadas as etapas da decisão e da ida, é importante ficar atento às mudanças comportamentais que os pets podem apresentar. Ao chegar ao destino, alguns costumam apresentar certas reações em locais diferentes de seu habitat normal. Alguns cães não se alimentam corretamente e podem ficar latindo e chorando; gatos podem fugir e sofrer de cistite causada por estresse, além de também se recusarem a comer. Já os passarinhos não costumam mudar de comportamento nesses casos.

Conversamos com especialistas do Instituto do Sono de São Paulo e listamos seis dicas para o sono perfeito

Dor de cabeça, irritabilidade, cansaço. Estes são alguns dos sintomas sofridos por cerca de 33% dos brasileiros que afirmam ter dificuldades para dormir devido ao estresse do trabalho. Ao deixar de ter um sono revigorante, você passa a se sentir mais cansado, irritado e a probabilidade de ter dor de cabeça aumenta consideravelmente. Para te ajudar a ter um sono perfeito - ou pelo menos, quase! - conversamos com o pediatra e especialista em medicina do sono Dr. Gustavo Moreira. A mais importante delas é ter uma rotina; acordar e dormir, se possível, todos os dias no mesmo horário. Confira essa e outras cinco dicas.

Nada de what\'sapp antes de dormir

“Tudo que vai ligado à energia elétrica é estimulante”, explica o Dr. Gustavo. Então, celular, computadores, tablets, TVs e a própria luz do ambiente devem ser desligados, em geral, uma hora antes de dormir. Isso porque a secreção de melatonina, hormônio que estimula o crescimento das células, dá pigmentação à pele e induz ao sono, tem seu pico à noite, quando escurece. Como temos energia elétrica à nossa disposição, aumentamos o tempo de exposição à luz e, consequentemente, inibimos a secreção da substância.

Não beber líquidos logo antes de ir para a cama

“O ideal é tomar água ou qualquer outro líquido pelo menos uma hora antes de ir se deitar”, explica Gustavo. Assim, você não acordará no meio da noite com vontade de fazer xixi.

Ter rotina

Essa é a dica mais importante para a manutenção do sono perfeito. “Dormir e acordar nos mesmos horários, todos os dias, faz com que o organismo se acostume, contribuindo para uma noite de sono perfeita”, conta Gustavo. Aos finais de semana, como as pessoas costumam ter uma rotina mais variada, a ideia é tentar dormir e acordar nos horários próximos a um dia de semana comum.

Dormir bem é o melhor para poder crescer!

Dormir bem é fundamental para a produção do hormônio do crescimento (GH). “Durante a noite, estamos em repouso e a energia acumulada é utilizada pelo corpo para a produção de células e, com isso, acabamos crescendo, tanto dos lados como para cima, no caso de crianças”, brinca o Dr. Gustavo.

Nada de refeições pesadas antes de dormir

“Isso é muito pessoal e variável. Tem gente que come uma feijoada e dorme. Porém, é melhor evitar”, explica o Dr. Gustavo. O ideal é comer coisas leves e evitar alimentos e bebidas estimulantes, como pimenta, chá preto, café, energético e álcool.

Uma cama confortável

Escolher um bom colchão, roupa de cama adequada e climatizar o espaço a sua maneira, acrescentando ventilador ou ar condicionado. Esta é receita infálivel para o sono perfeito. “No caso de pessoas, principalmente, crianças alérgicas, é necessário uso de capas e colchões anti-alérgicos”, conta o Dr. Gustavo.

Descubra qual o cão ideal para quem tem pouco espaço.

Quem mora em apartamento e ama animais, pode se questionar sobre a viabilidade de se criar um bichinho com pouco espaço ou até com a possibilidade de o pet latir de mais e incomodar os vizinhos. Pensando nisso, a ONG PetCidade fez uma lista de raças de cachorro que se adaptam muito bem a locais pequenos. Confira! 

Pug

 

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 Poodle

 

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 Maltês

 

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 Pinscher

 

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 Shih-tzu

 

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Dachshund

 

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 Bulldog Francês

 

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 Chihuahua

 

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Portal: MdeMulher

O QUE É INSÔNIA

A insônia se caracteriza por dificuldade em iniciar o sono, ou por acordar durante a noite com dificuldade para voltar a dormir com consequências no dia seguinte. Muitas vezes, ocorre a sensação de sono não reparador, de má qualidade, com cansaço diurno. Outras consequências da insônia em longo prazo são irritação, dificuldade para se concentrar ou de memória, sintomas de depressão, entre outras.


 

POR QUE ALGUMAS PESSOAS TÊM INSÔNIA?

A insônia tem muitas causas, sendo algumas delas problemas psiquiátricos como ansiedade, depressão, uso de alguns medicamentos em longo prazo e de bebida alcoólica; no último caso, principalmente após a suspensão do consumo. Pode estar associada a outros distúrbios do sono que facilitam sua interrupção, favorecendo alguns despertares. A insônia primária, que é a forma mais comum, apresenta predomínio em mulheres, mas pode ocorrer em homens também. Essa insônia se caracteriza por uma resposta anormal a estresses, como, por exemplo, perdas, dificuldades financeiras, doenças, ou até mesmo coabitar com um parceiro, mudanças, promoções no trabalho, entre outros. Além disso, o indivíduo apresenta dificuldade para dormir durante a noite ou de dia (o que não é aconselhado), e isso é muitas vezes associado a atividade mental intensa, com maior fluxo de pensamentos.

Com frequência, as insônias são agravadas ou podem decorrer de hábitos inadequados que adquirimos durante a vida. Geralmente é um conjunto de fatores que provocam dificuldades para dormir, associados à predisposição para se ter insônia. Frequentemente quem sofre de insônia tem familiares com o mesmo problema.

COMO AS DOENÇAS FÍSICAS PODEM PROVOCAR INSÔNIA?

Atualmente as dificuldades respiratórias durante o sono são causas frequentes de um sono de má qualidade. São situações que podem provocar pequenas pausas respiratórias conhecidas como apneia, que culminam em curtos despertares. Como esses pacientes apresentam muitas apneias e, consequentemente, muitos despertares, podem achar que estão dormindo uma grande quantidade de horas de sono, porém acordam cansados e sentem muita sonolência durante o dia. Doenças que causam dores, principalmente durante a noite, também podem provocar insônia. Existe um quadro clínico, a fibromialgia, que predomina nas mulheres, e se caracteriza por pontos dolorosos em determinadas regiões do corpo. Além de outras doenças físicas, como distúrbios hormonais, hiper e hipotireoidismo, algumas doenças psiquiátricas e neurológicas, como ansiedade, depressão, doença de Parkinson, doenças cerebrais isquêmicas e doença de Alzheimer também podem provocar insônia.


COMO É O TRATAMENTO DA INSÔNIA?

O tratamento da insônia se inicia após um diagnóstico correto, da identificação e abordagem da causa da insônia quando podemos detectá-la. De modo geral, a prescrição de medicamentos que ajudam a dormir e não provocam dependência química, associada a medidas comportamentais e cognitivas, é a melhor forma de tratamento. Os médicos e profissionais da saúde, como psicólogos e assistentes sociais, podem ajudar as pessoas com insônia a reconhecerem os seus sintomas, os seus hábitos, por vezes inadequados e, por meio de aplicação de técnicas especializadas, podem proporcionar uma melhor qualidade de sono e de vida.

Fonte: Instituto do Sono

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