Marketing & Vendas

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De acordo com dados do Ibope Media, o investimento publicitário na América Latina cresceu 5,7% este ano. Esse crescimento comprova que mesmo em tempos de crise e instabilidade econômica, algumas empresas aproveitam o cenário para se diferenciar das demais, investindo em tecnologias que reduzem os custos e aceleram a distribuição do conteúdo publicitário.

Diante desse quadro de investimento, ficou evidente a necessidade de aprimorar os processos. Empreendedores e gestores que estão mais antenados as novas tendências do mercado, agora podem garantir a otimização e eficácia de seus serviços e, ao mesmo tempo, reduzir gastos sem diminuir a produtividade e qualidade na entrega da publicidade digital.

Com o surgimento de novas tecnologias ficou mais prático realizar a distribuição de conteúdo, apresentações, propostas e até mesmo reuniões. No segmento publicitário isso fica ainda mais claro. Com o uso das ferramentas e plataformas disponíveis no mercado, a distribuição de comerciais para diferentes canais, como TVs, Vídeos sob demanda, cinema e até mesmo out of home advertising, passou a ter mais agilidade, praticidade, segurança e economia.

Por meio de plataformas que oferecem uma gama de soluções customizadas, a publicidade digital proporciona às empresas a possibilidade de interatividade entre as pessoas, com o compartilhamento de informações, imagens, vídeos, arquivos de áudio e qualquer conteúdo em diferentes devices, de maneira simultânea. Hoje em dia, o que percebo é que o objetivo maior dos profissionais de publicidade digital é atrair visitas para seu site ou fazer com que os internautas e consumidores mantenham a marca na cabeça mesmo que inconsciente, daí a importância de entregar um conteúdo relevante e em diferentes momentos.

Para finalizar, é importante ressaltar que uma estratégia de publicidade não é nada sem um planejamento robusto por trás, pois somente dessa forma será possível conseguir ser bem-sucedida e ter resultados eficientes. O que agências e anunciantes precisam entender é que criar campanhas atraentes, que despertam a atenção, aliado a uma boa ferramenta de distribuição, é de extrema importância para chamar atenção do seu público-alvo e conseguir uma verdadeira conexão com o consumidor final.

Celso Vergeiro é CEO da AdStream, plataforma de armazenamento e distribuição de conteúdo publicitário

Portal: Administradores

A influência da Internet no panorama atual obrigou grande parte das empresas a repensar a sua estratégia de comunicação e a contemplar o potencial do Marketing Digital. Plataformas como o Facebook e o Twitter – os chamados sites da Web 2.0 – agregam uma audiência variada que interage constantemente entre si, fazendo comentários, partilhas e likes. E é por isso que, ao estabelecerem-se nestas redes de pessoas, as empresas têm mais facilidade em aceder à audiência.

Este é, no entanto, apenas um dos muitos exemplos daquilo que as empresas podem fazer na Internet. Não devemos esquecer que o potencial do Marketing Digital vai mais além. Podemos, por exemplo, investir em blogs para comunicar à audiência a perspetiva da empresa relativamente a certos temas, trabalhar SEO e não esquecer o importante papel do vídeo.

O potencial do Marketing Digital está aqui, a Internet continua a crescer e a crescer… mas será que as empresas estão a aproveitar todos estes recursos? Aparentemente, não. Continue a ler o nosso post e fique a saber qual a perspetiva atual da comunicação digital nas empresas.

O potencial do Marketing Digital continua por aproveitar

O potencial do Marketing Digital ainda está longe de ser explorado 100% pelas empresas. Pelo menos foi essa a conclusão retirada pela consultora de comunicação Llorente & Cuenca. O estudo, realizado entre janeiro e fevereiro de 2015, inquiriu 152 diretores de empresas da Península Ibérica e América Latina acerca das estratégias de comunicação usadas.

Com a ideia de verificar a progressão do marketing digital no universo empresarial, especialmente após o grande boom das redes sociais, os resultados do estudo ficaram aquém do esperado. Assim, é apontado que só apenas 50,7% das empresas possuem um departamento dedicado à comunicação digital. Ainda aqui, importa sublinhar que este não é um número completamente sólido, uma vez que 77% destas firmas recorre ao serviço de consultorias externas.

No Brasil o quadro é ainda inferior de empresas que se preocupam ou focam atenção na magnitude do marketing digital... e este potencial está em suas mãos, ou também nas mãos dos concorrentes.. 

Se nos focarmos agora naqueles que têm os seus próprios departamentos de marketing digital, podemos apontar que 85% das empresas depende deste tipo de departamentos mas que, em contrapartida, apenas 7% apresenta uma comunicação digital num estado maduro, que mostre resultados tangíveis e esteja incluída na estratégia do negócio.

Entretanto, aproximadamente 11% das empresas encontram-se na etapa inicial de aprendizagem. O que quer isto dizer? Basicamente, que as empresas deste grupo admitem conhecer as estratégias e vantagens das redes sociais, ainda que não apostem neste tipo de comunicação.

Parece um contra-censo a frase anterior, mas acredito na outra afirmativa que diz que 5% criam e 95% copiam e daí sim entendemos porque pessoas sabem e pouquíssimas realmente fazem o que precisa, pode e deve ser feito.. 

Uma fatia de 12% das empresas que respondeu ao inquérito encontra-se numa fase de reestruturação, prestes a dar os primeiros passos para lançar a sua estratégia de comunicação digital. Por outro lado, há quem já esteja neste mercado e procure ampliar a sua área de atuação. Cerca de 22% dos inquiridos está assim em fase de diversificação, com intenções de aumentar as estratégias de comunicação de modo a beneficiar em outras áreas de negócio.

O POTENCIAL LATENTE

Quanto ao futuro, mais de 51% das empresas afirmam que o orçamento para o Marketing Digital será alargado. E se 21% das empresas questionadas dizem que irão dedicar o mesmo orçamento em 2015, comparativamente ao ano de 2014, por outro lado 5,2% das empresas confessa que não vai dedicar qualquer verba a uma estratégia de comunicação digital.

Sua empresa está em que quadrante ?

Investir fará a diferença? Se for SIM a resposta, que ações ou planos de ações são ou serão implementadas?

A resposta é que se o seu mercado cria diferencial com o marketing digital, ou você será diferenciado utilizando, ou seus concorrentes abrirão caminho na mente dos clientes e os conquistarão de forma rápida e permanente.

A escolha e os resultados são seus... boa sorte.

Em pleno século 21 só se fala de internet, Facebook, Instagram e Whatsapp para se comunicar com seus clientes e muitas empresas ainda não possuem site ou uma página na internet para divulgar seus serviços e produtos, enfim, fazer relacionamento 24 horas com seus clientes, deixando seus concorrentes trabalharem clientes e sair na frente cada vez mais em seu mercado competitivo.

Hoje para muitas empresas ter um site tornou-se uma estratégia fundamental e poderosa para aumentar e consolidar lucros cada vez maiores, pois afinal de contas deixamos de ter apenas contato com clientes através de folder, anúncios diversos em rádios, revistas, jornais ou outros meios de propaganda, onde para o cliente conhecer sua empresa, tem que ter acesso exatamente ao método de divulgação que fez.

Saber utilizar os canais de divulgação digital como BLOG, FanPage Profissional, Site Institucional e demais redes sociais com inteligência estratégica, faz a diferença entre crescer e sobreviver. Sabemos que sobreviver não é para sua empresa assim como crescer é seu maior objetivo.

E quando uma empresa tem estes canais digitais ativos, será que está fazendo um trabalho com resultados de novos clientes através destas técnicas?

Se sua resposta for afirmativa e com convicção, excelente, realmente você representa menos de 5% das empresas que fazem uso de alguma tática.
Agora utilizar uma ou mais táticas não significa que existem resultados, pois precisamos ter uma estratégia e realizar uma implementação operacional eficaz, para só daí ter a certeza que para cada investimento existe um retorno.

O ROI (sigla em inglês que significa Retorno do Investimento - Return Of Investiment) vem junto com cada ação de marketing digital, permitindo o cliente ter esta percepção de para cada R$ 1 investido, quando de retorno imediato ou de longo prazo ele terá.

Parece estranho este assunto sobre "medir resultados em propaganda" mas é exatamente isso que você e eu podemos fazer no Marketing Digital feito com competência.

Se este assunto lhe interessa ainda mais, consulte com sua agência de marketing ou publicidade sobre as diferentes táticas que sua empresa poderá fazer para ter retornos com a internet e descubra um caminho de muito sucesso para sua empresa, de forma real através da internet.

Se sua empresa não possui uma agência digital e deseja conhecer o trabalho de agências de sucesso, consulte-nos através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo WhatsApp (55) 8153-4122 que buscaremos orientar da melhor forma como este processo pode ser implementado.

Neste portal temos diferentes assuntos sobre o Marketing Digital para que você conheça sobre este potencial assunto e consiga traçar estratégias de grande resultado para seu negócio. Mantenha-se sempre conectado e inscreva-se em nossa Newsletter para receber informações sempre atualizadas.

 

 

O marketing boca a boca não é uma estratégia de marketing nova. De forma simples, esta forma de promoção é formada pelos testemunhos e opiniões deixadas pelos clientes e pelos amigos dos clientes que, de forma indireta, atuam como agentes promotores da sua marca ou empresa.

Com o aparecimento da Internet, o marketing boca a boca ganhou uma nova dimensão e novos canais: os websites, blogs e, sobretudo, as redes sociais. Quando falamos de marketing boca a boca na Internet, podemos também utilizar o termo buzz marketing. O buzz marketing não é mais do que aquele burburinho que se cria em torno de uma marca, seja pelo lançamento de um produto inovador, seja por uma campanha polémica.

Controlar esse buzz é extremamente difícil, senão impossível. Por isso, é importante que as empresas sejam capazes de deixar boas impressões e fazer com que os clientes deixem reviews positivas, em vez de negativas.

A grande eficácia do marketing boca-a-boca justifica-se essencialmente pelo facto de não ser a empresa a ocupar o papel de agente promotor. Em vez disso, há uma pessoa desinteressada – que não ganha nada com a recomendação – e que põe em risco a sua própria credibilidade por um produto ou serviço.

Fatos sobre o marketing boca a boca

A agência de comunicação Yokoco analisou o processo do marketing boca a boca e chegou a conclusões surpreendentes.

– 96% das pessoas já recomendou um produto ou serviço a alguém.

– 93% dos consumidores já conheceram uma empresa porque esta lhe foi recomendada.

9 em cada 10 pessoas consulta a página da empresa que lhes foi aconselhada antes de a contactarem.

– Os reviews, as páginas das redes sociais e os websites são as páginas mais utilizadas para conhecer os produtos e serviços das empresas recomendadas.

As Redes Sociais

Embora seja difícil de controlar, o buzz marketing pode ser provocado. Como tal, têm surgido muitas empresas de marketing digital que se propõe a trabalhar esta área.  O objetivo é fazer com que as pessoas falem sem que tenham de gastar enormes quantias em publicidade de massa.

As redes sociais são uma componente muito importante de qualquer estratégia. À sua utilização está intrínseco o conceito de marketing boca a boca. Porquê? Porque todas elas permitem comentar, partilhar ou fazer “gosto” nos conteúdos que lá colocamos. Ative estes interesses e descubra como ser bem-sucedido nas redes sociais.

Qual é a diferença entre um vendedor e um consultor ?

Tenho o prazer de lhe apresentar o japonês mais famoso e mais complicado do mundo: o Sr. Takaru. Aproveito a oportunidade para lhe apresentar também o seu oponente: o Sr. Tabaratu.

Você encontrou, e continuará encontrando, o Sr. Takaru em todos os momentos e lugares onde estiver oferecendo alguma coisa para algum cliente, porque é só você dizer o preço do seu produto ou serviço que esse japa desagradável entra logo em cena.

Já reparou que, todas as vezes que você diz o preço do seu produto ou serviço para o cliente, ele imediatamente diz: "Tá caro". Qualquer que seja o preço que você tenha dito. Se você disser "É 10", o cliente diz "Tá caro". Se você disser "É 15", o cliente diz "Tá caro". Se você disser "É 8", o cliente diz "Tá caro". Não importa o preço que você disser. Qualquer que seja o número, o cliente sempre coloca o japonês em campo.

Então, qual é solução? Em primeiro lugar, é preciso Ter essa consciência, e a certeza de que é uma verdade absoluta o que acabamos de afirmar acima. Ou seja, é preciso saber que, não importa qual o preço do nosso produto ou serviço - seja ele qual for, estará sempre caro. A partir dessa consciência, podemos passar a Ter a tranqüilidade de espírito para dizer os nossos preços, pois passamos a saber que não é o número que dissemos que fará o Takaru aparecer, mas sim o fato de haver um preço - seja ele qual for.

O que estou afirmando é que é preciso não se assustar com esse Sr. Takaru, pois ele sempre será chamado pelo cliente para a cena da venda. Há vendedores, notadamente os principiantes na nossa profissão, que se assustam com Sr. Takaru, entendendo que ele é o culpado pelas suas "não vendas". Entram em pânico e até viram gagos mentais, pois não conseguem mais raciocinar com lucidez, passando a gaguejar assim: "Mas...hum...então...sabe? Olha...hum...mas..." - e não sai mais nada.

Em segundo lugar, é preciso acreditar piamente, com todas as suas forças, que - qualquer que seja o seu preço - , ele é sempre barato. Em outras palavras: se você acreditar realmente que o seu produto vale muito mais do que custa, o Sr. Takaru será derrotado pelo seu estado de espírito, que lhe faz acreditar que o que você vende Takaru. É essa autoconfiança nas vantagens e benefícios que o seu produto ou serviço trará para o cliente que fará com que os japonesinhos se enfrentem, e o seu derrote o do cliente.

Se você não acreditar firmemente no seu Takaru, desista, pois o Takaru colocará você e sua oferta para correr.

Em terceiro lugar, é preciso aprender a distinguir o preço de valor, pois são coisas completamente diferentes uma da outra. Uma coisa é quanto custa o seu produto ou serviço (o número, o cifrão), e outra é o quanto ele vale (o que resultará no final para o cliente). Você já entendeu que elas são completamente diferentes, mas, para ficar ainda mais claro, vou exemplificar. Digamos que um maço de cigarros custe R$ 1,60. Agora, quanto ele vale? Para um fumante, ele vale muito mais do que R$ 1,60. Já para um não-fumante ele vale absolutamente zero e, para um fumante viciado, de madrugada, em casa sem cigarros, ele vale o que o vendedor quiser lhe cobrar.

Veja que preço e custo são, realmente, coisas completamente diferentes. O cliente, ao chamar o Sr. Takaru mostra claramente que só está preocupado com o custo, e não com o valor. Cabe a nós demonstrarmos o valor real do que estamos ofertando.

Muito bem. Agora que você já conhece esses dois japonesinhos, aqui vai um conselho final. Trate o Sr. Takaru com todo o respeito possível, mas jamais tenha medo dele (respeito e medo são coisas muito diferentes), pois o seu oponente, o Sr. Takaru, é competentíssimo para lidar com ele e, inclusive, derrotá-lo para sempre. Mas você tem de colocá-lo em campo de forma correta - ou seja, com toda a fé que temos de Ter na qualidade do que estamos oferecendo e, principalmente, nos retornos de que ele usufruirá.

Art Sobczak é presidente da Business By Phone, e autor de How to sell more in less time with no rejection ( ‘Como vender mais, em menos tempo, sem rejeições ‘ – ainda não traduzido no Brasil. Veja a seguir suas dicas preciosas.

 

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